segunda-feira, 28 de setembro de 2009
mormaço tropical
É verdade que faz muito tempo que tornamos independente de Portugal. Nas terras Brazucas aprendemos que a madeira, o ouro, a cana, o café, depois soja, trigo, álcool, minérios, petróleo. Produtos que fizeram, fazem e fazerão o futuro da nação. Percebemos que o extrativismo é predominante, e só agora começamos a ter conceitos de sustentabilidade, de tirar mas com consciência, com dever de devolver à terra parte do lucro faturado que foi exportado. E retribuir ao povo desta Terra com dignidade, respeito, progresso e qualidade de vida. Será que realmente estamos sendo retribuídos por empresas estrangeiras, ou mesmo bancos nacionais, instituições privadas e mesmo do governo com aquilo que merecemos? Tô longe de acreditar. Uma vez ouvi uma boa pergunta que pairou. Será mesmo que o Brasil está perdendo sua autenticidade? Celeiro de grandes mentes, de gente alegre e festeira. Talvez. Creio num vento vindo do mar, capaz de derreter a mente dos paraísos fiscais, dos altos impostos, dos cabides de emprego, da falta de oportunidades. Por um Brasil mais justo e não só pra pobre ou pra rico.
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